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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Carta de Corky para Morgan

Esse texto foi tirado do Blog:
http://v-pod-orcas.blogspot.com.br/



Leia a linda e triste carta "escrita da Orca Corky para Morgan" publicada pelo OrcaLab.
O OrcaLab, uma das principais estações de pesquisas com baleias, localizada ao norte da Ilha de Vancouver no Canadá, foi fundada por Paul Spong em 1971 e é referência no mundo todo quando o assunto é a população de Orcas do noroeste do Pacífico.
Eu tive a alegria e o imenso prazer de receber por e-mail uma autorização do próprio Paul Spong para traduzir e divulgar a carta aqui no blog... A carta, que foi publicada em dezembro do ano passado, às vésperas do aniversário de 42 anos de captura de Corky, é algo simbólico, mas que enfatiza o desejo do OrcaLab de libertação de Morgan e de "aposentadoria" de Corky.
Paul, assim como diversos outros pesquisadores, começou seu trabalho com Orcas em cativeiro, mas depois de conhecê-las melhor, pôde compreender a assombrosa insensatez de mantê-las nessas condições e lutar pelo conscientização do público sobre o assunto.



De Corky para Morgan

Morgan, você pode não saber quem eu sou, mas como você, eu sou uma Orca, uma Orca de cativeiro...
Quarenta e dois anos atrás, numa noite de tempestade minha família acabou entrando numa pequena baía, onde de repente, apareceram homens que nos cercaram com redes. Minha mãe estava comigo. Nós não sabíamos o que fazer. Os homens gritavam em meio a tempestade e lançavam mais redes dos barcos, conforme a chuva e os ventos nos cercavam. Ficamos juntas. A noite foi horrível...
Quando a manhã chegou, a tempestade havia passado. Veio a calmaria às águas, mas os homens continuavam agitados, ainda gritando, ainda correndo nos barcos e na praia puxando redes e troncos. Ficamos paradas, bem paradas. Eu estava amontoada com minha mãe. Como você, eu era muito pequena e estava assustada. E rápido, bem rápido os homens se aproximaram e me separaram da minha mãe... De repende ela se foi...
Os homens me tiraram da água. Eu não podia me mexer. Eu estava presa. Meu coração doía. Havia barulhos estranhos, escuridão e movimento.
Morgan, acho que você sabe como foi já que também aconteceu com você. Depois de aparentemente ter se passado um longo, longo período, havia a luz forte do sol e senti estar de volta à água. Mas não era meu lar no oceano. Eu nadei para conhecer. Eu não estava só. Havia outros e isso era confortante, mas não eram minha mãe e para sempre me entristeci.
Todos os meus companheiros, exceto por um deles, logo morreram. E depois meus bebês, um depois do outro, seis ao todo. Mais uma vez passei por outra mudança... Mudaram eu e meu parceiro mais uma vez de lugar. Tinha mais água, mais barulho, mais pessoas estranhas. Eu não tive mais bebês e meu parceiro logo morreu.
Eu sobrevivi. Por quê? O que eu estou esperando?
As memórias da minha família, da minha mãe e do meu lar no oceano não me deixam, portanto eu nado em círculos e mais círculos, dando voltas e mais voltas, sonhando...
Eu sonho com minha família e com a liberdade.
Morgan, e você vai... esperar? Vai se lembrar? Vai sonhar?



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Filme - O Grande Milagre ( Big Miracle )

Estreia: 9 de Março de 2012


Sinopse: Inspirado na história real que emocionou corações em todo o mundo, a aventura narra o conto fantástico de um repórter de um pequeno jornal local (John Krasinski) e uma voluntária do Greenpeace (Drew Barrymore), que se unem para salvar uma família de majestosas baleias-cinzentas presas pela rápida formação de gelo no Círculo Ártico. Eles reúnem uma improvável coalizão de nativos, as empresas petrolíferas e militares russos e americanos, que deixam de lado suas diferenças, para salvar as baleias.

Elenco: Drew Barrymore, John Krasinski, Vinessa Shaw, Kristen Bell, Dermot Mulroney, Ted Danson, Stephen Root, Tim Blake Nelson, Rob Riggle.




terça-feira, 28 de junho de 2011

Filme - DOLPHINS AND WHALES: Tribes of the Ocean






Mergulhe numa aventura envolvente e altamente emocional.

Apresentado por Jean-Michel Cousteau, Golfinhos e Baleias 3D é um
inspirador e divertido filme.
Narrado por Daryl Hannah, leva você desde os recifes de coral do brilho das
Bahamas para as profundezas das águas quentes do Reino de Tonga, para um
encontro íntimo com as tribos sobreviventes do oceano. Através de imagens
impressionantes capturadas pela primeira vez em 3D, você pode observar a
vida e habitats como nunca antes visto. Chegar tão perto de golfinhos e
belugas e quase tocá-los!

Vc pode assistir tambem em tv normal.
Para assistir a versão 3D do filme, você precisa: Full HD 3D jogador TV 3D
+ Blu-ray + óculos compatíveis. Este disco inclui também a versão em 2D,
tocada em todos os players Blu-ray.

Mitos e Verdades Sobre as Orcas - Baleias Assassinas







Neste documentário você descobrirá toda a verdade sobre as chamadas baleias assassinas, que, de fato, não são baleias. E conhecerá os resultados de cinco anos de estudos de uma população com mais de 250 orcas da Nova Zelândia. Este fascinante material investiga porque essas baleias insistem em dirigir-se à costa e encalhar nas praias, explora os laços que unem tão fortemente suas famílias, pesquisa as épocas de migração e descobre suas comidas favoritas. Além disso tudo, você ainda aprenderá como é possível identificar cada baleia através de sua marcas individuais. Um incrível passeio pelo maravilhoso mundo das Orcas, as famosas e temidas baleias assassinas..

Filme - Golfinhos: Profundos pensadores?





Documentário da BBC "Golfinhos: Profundos pensadores?" (Dolphins: Deep thinkers?), que mostra o trabalho histórico da equipe de Louis Herman com os golfinhos-nariz-de-garrafa Akeakamai, Hiapo e Phoenix no Havaí. A pesquisa focou a inteligência e a linguagem desses animais.

Filme - The Cove - A Baía da Vergonha




O documentário traz o caso da indústria pesqueira japonesa (o que inclui não só peixes, mas animais marinhos de um modo geral) e do lobby político feito por um dos países que mais consome comida marinha. Mais do que isso, a produção denuncia a crueldade com os golfinhos na cidade de Taiji e de como após a proibição da caça às baleias esses animais se tornaram principal alvo dos pescadores, mas também da indústria dos parques aquáticos, que movimenta bilhões de dólares em todo o mundo.

The Cove me comove por diversos motivos. Mas se nem todos são sensíveis à vida animal como eu, afirmo que isso vai além da piedade e empatia. De acordo com estudo publicado na Science, se continuarmos na mesma taxa de consumo de peixe,  haverá um colapso das reservas de pescado num prazo de 40 anos. Pode até parecer pessimismo, mas tal acontecimento teria potencial devastador.  Tenho certeza que com o aumento populacional para 7 bilhões de pessoas, também em até 40 anos, haverá aumento na demanda de carne bovina ao mesmo tempo em que será crescente a necessidade de áreas para plantação e habitação. E mais que a carne, os peixes e outros animais marinhos são fontes de alimentos para 7 em cada 10 pessoas no mundo. Isso não é pouco.
O famoso autor do livro “A Empresa Sustentável”, Andrew Savitz,  faz uma analogia ao declínio da, até então próspera, indústria baleeira norte-americana. Segundo o autor, a caça aos animais, que por mais de um século representou o símbolo da prosperidade, entrou em decadência quando foi ignorada a ameaça de extinção desses animais, o que fez com que, em poucos anos, toda a indústria entrasse em colapso. Esse é um exemplo típico do que não é sustentabilidade: ter a questão financeira como única preocupação e medida de sucesso.
Da mesma forma que a indústria baleeira não considerou a finitude dos recursos naturais, seu insumo, nós não estamos considerando que somos nós quem dependemos da natureza e do que ela oferece – e não o contrário. Não é questão de opção, mas de sobrevivência. Se não começarmos a diminuir nosso consumo e impacto no meio ambiente, vai chegar o momento em que seremos obrigados a fazê-lo: pois não haverá carne, pois não haverá locais onde cultivá-la, não haverá peixes, pois já teremos extinto pela pesca predatória e insustentável.
Me pergunto, por que não começar a resolver o problema antes que todo o sistema entre em colapso? Por que continuar com essa matança a fim de preservar um sistema econômico tão falho? Esperar para que aconteça a mesma coisa que aconteceu com a indústria baleeira norte-americana?
Documentários como The Cove só provam o quão somos a espécie mais egoísta e estúpida. Ele certamente trouxe repercussão à causa. Pessoas em todo o mundo, inclusive os japoneses, têm levantado a voz em relação ao que acontece em Taiji – e em tantas partes do mundo.
Uma mudança radical é necessária. E sendo ela processual, é preciso que se comece por cada um. Porém, se não conseguimos mudar uma prática tão localizada, em uma enseada de uma pequena cidade, de um pequeno país, como conseguir mudar atitudes a um nível global?

Filme - WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS







Série coloca o telespectador a bordo de navio de ativistas, em pleno inverno rigoroso, mostrando a rotina arriscada pelo fim da matança dos animais
Os episódios da série WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS acompanham a vida do capitão e dos voluntários que partiram do porto de Melbourne, Austrália, rumo às águas congeladas da Antártica, em uma campanha de três meses de duração. As estratégias traçadas para as ações de interceptação dos navios de caça, o sofrimento e sacrifício da tripulação e ocorrências como barcos de cabeça pra baixo, a captura de tripulantes por um navio japonês, e tiros disparados contra ativistas são acompanhados de perto pelas lentes do canal.
O grupo do navio Steve Irwin é liderado pelo capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society e do Greenpeace. A sociedade foi criada em 1977 com a função de ser uma organização totalmente focada no combate à caça a baleias e tubarões, destruição do habitat natural marítimo e violação de leis oceânicas.
A matança de forma cruel e predatória é financiada pela venda das baleias. A sociedade luta para acabar com a caça às baleias em mares abertos – onde leis internacionais são interpretadas de forma diferente por vários países e organizações – utilizando técnicas incisivas: forçando e desmontando navios baleeiros, interrompendo o processo de retirada de carcaças das baleias, luta física quando preciso, invasão e dispersão de navios pesqueiros.



segunda-feira, 27 de junho de 2011

The Whale - Official trailer






Ryan Reynolds , o Lanterna Verde, dos cinemas,  assinou contrato para produzir com a esposa o documentário “The Whale” (A Baleia) sobre Luna, uma baleia orca nascida nos arredores do Estreito de Puget, no estado americano de Washington.
A história de Luna é cercada de controvérsia e um quê de mistério. Após ser separada de sua mãe, ela passou anos desaparecida, foi declarada morta até reaparecer e criar vínculos com os moradores e barqueiros da região de Vancouver.
Luna morreu em 2006, num acidente com um barco.